UbisoftQue o mercado brasileiro de desenvolvimento de jogos eletrônicos vem crescendo, isso não é novidade. Cada vez mais estão surgindo cursos especializados dos mais diferentes níveis de graduação, além de empresas nacionais desenvolvendo games, principalmente para celulares e computadores. No entanto, uma iniciativa de uma grande produtora francesa talvez coloque o Brasil no “mapa-mundi” da produção de games.

A Ubisoft está abrindo seu primeiro estúdio de produção na América Latina, mais especificamente em São Paulo, capital. Segundo a companhia, esse é seu 20º estúdio de desenvolvimento próprio, já que, assim como qualquer grande produtora, ela também trabalha com uma série de outras empresas terceirizadas na produção de jogos a serem distribuidos por ela mesma no mercado internacional. Dessa forma, o impácto dessa notícia está justamente no nível de investimento e confiança que uma companhia como essa está dedicando em um mercado ainda tão jovem.

Segundo o diretor da Ubisoft Brasil, Bertrand Chaverot, em entrevista ao site UOL Jogos, a idéia é começar com 40 funcionários dedicados à títulos para o portátil Nintendo DS e, possivelmente, também para o outro sistema da Nintendo, o Wii. A meta é em 3 anos ter cerca de 200 funcionários já se dedicando à produção de games para os grandes consoles caseiros do momento, que demandam custos de produção bem mais elevados.

Visando um público mais casual, o estúdio vai trabalhar, primeiramente, com jogos orientados à família e crianças. Essa é uma estratégia que a Ubisoft vem adotando principalmente com os consoles da Nintendo, devido ao grande sucesso que a gigante japonesa está tendo em conquistar uma lucrativa fatia de mercado composta por pessoas interessadas em entretenimento mais simples e descompromissado.

Para saber mais dessa empreitada da Ubisoft no Brasil, confira abaixo os links para a reportagem que o UOL Jogos preparou sobre o assundo:

Para conhecer mais da estratégia adotada pela Nintendo nos últimos anos com seus consoles Wii e DS, você pode ler minha monografia sobre o assunto, feita em 2007, clicando aqui.